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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento,...

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no...

Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disp...

A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou for...

Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

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A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

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Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Morro do Careca, uma das principais atrações de BC

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

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Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

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Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

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O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

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Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

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Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

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Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá
Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

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Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

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Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

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Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

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Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

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Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

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Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de divulgar vídeo íntimo do ex-companheiro e aplicar golpe usando nome da Defensoria Pública em São Miguel do Guamá

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Um felino silvestre, que pode ser uma onça ou uma jaguatirica, foi encontrado ferido às margens de uma rodovia na noite desta segunda-feira (29), no município de Irituia, no nordeste do Pará. O animal desapareceu antes da chegada da Polícia Militar.

Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Luis Eduardo dos Reis Vitório, conhecido como “Dudu”, morreu nesta segunda-feira (29) após uma troca de tiros com equipes policiais, no município de Irituia, no nordeste do Pará.

Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

As circunstâncias da troca de tiros que terminou com a morte de Dudu deverão ser detalhadas pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação.

Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A contratação da Banda Djavú para as comemorações de aniversário de Pau D’Arco, no sudeste do Pará, gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu a disputa judicial envolvendo o direito de uso da marca “Banda Djavú”.

A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

Contratação da Banda Djavú pela Prefeitura de Pau D’Arco gera polêmica em meio à disputa pelo uso da marca

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Teve susto, teve pressão e teve virada. Do jeito que o torcedor brasileiro conhece bem. Nesta segunda-feira (29), o Brasil saiu atrás no placar, mas mostrou força no mata-mata e venceu o Japão por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.

O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

Brasil leva susto, vira sobre o Japão e segue vivo rumo ao hexa

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
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Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

Últimas Notícias

A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia

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Segundo informações da Polícia Civil, Dudu era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e já respondia a diversos procedimentos criminais na Vara Única da Comarca de Irituia.

“Dudu” – Reprodução: redes sociais

De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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A polêmica começou após Geandson da Silva Rios, que afirma ser o legítimo detentor dos direitos sobre a marca, divulgar uma nota pública informando que notificou oficialmente a Prefeitura antes da realização do evento. Segundo ele, o grupo contratado pela empresa M&P Ferreira Produções não possui autorização para utilizar o nome “Banda Djavú”.

Ainda de acordo com a nota, o show foi contratado por R$ 200 mil e mantido mesmo após a notificação encaminhada ao município.

A disputa pelo uso da marca já é alvo de processos judiciais. Documentos apresentados pela empresa apontam que o registro da marca vinculado à M&P Ferreira Produções está com os efeitos suspensos por decisão judicial, enquanto outras ações relacionadas ao caso seguem em tramitação.

A reportagem procurou a Prefeitura de Pau D’Arco e a empresa M&P Ferreira Produções. Até a publicação desta matéria, não houve manifestação. O espaço permanece aberto para esclarecimentos das partes.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

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Felino silvestre é encontrado ferido às margens de rodovia em Irituia e desaparece antes da chegada da polícia
Acusado de tráfico morre após troca de tiros com a polícia em Irituia

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A Polícia Civil instaurou um inquérito parar investigar uma mulher suspeita de cometer uma série de crimes contra o ex-companheiro após o fim do relacionamento, ocorrido há cerca de quatro meses, em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará.

De acordo com a investigação, conduzida pelo delegado Henrique Inácio, a suspeita teria praticado diversos atos contra a vítima, incluindo invasão de privacidade, acesso indevido a contas pessoais, danos patrimoniais, movimentações financeiras não autorizadas e a divulgação de um vídeo íntimo sem consentimento.

Segundo a Polícia Civil, a mulher teria entrado na residência do ex-companheiro e se apoderado do aparelho celular da vítima. A partir do acesso ao dispositivo, ela teria encontrado um vídeo íntimo armazenado no telefone e compartilhado o conteúdo em diversos grupos de WhatsApp.

Tentativa de golpe usando nome da Defensoria

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi a suposta utilização da imagem institucional da Defensoria Pública e do Poder Judiciário para tentar obter vantagem financeira da vítima.

Conforme apurado, o homem passou a receber mensagens de um número de telefone cujo interlocutor afirmava estar no fórum e dizia atuar em favor da ex-companheira. Nas conversas, era informado que a mulher teria registrado ocorrência, apresentado supostas provas de agressões e realizado exame de corpo de delito, orientando a vítima a comparecer ao fórum no dia seguinte.

Na sequência, passaram a exigir o pagamento de R$ 1 mil, alegando que o valor serviria para “resolver” a situação e evitar maiores consequências.

A fraude despertou suspeitas devido à forma como as mensagens eram escritas, com diversos erros de português e linguagem incompatível com a utilizada por membros da Defensoria Pública ou servidores do Poder Judiciário.

Polícia também entrou em contato

Durante as diligências, a própria equipe da Polícia Civil realizou contato com o número utilizado nas mensagens. Segundo a investigação, a pessoa continuou afirmando que estava “atendendo a vítima”, sem esclarecer que não possuía qualquer vínculo oficial com a Defensoria Pública ou com o Judiciário.

A escrivã responsável pelo atendimento classificou a situação como incomum, destacando a tentativa de utilizar a credibilidade das instituições públicas para intimidar a vítima e tentar obter dinheiro de forma ilícita.

Além da divulgação do vídeo íntimo, a Polícia Civil também apura o acesso indevido a aplicativos bancários da vítima, possíveis movimentações financeiras sem autorização, danos patrimoniais e perseguições praticadas após o término do relacionamento.

Diante dos elementos reunidos até o momento, a investigada foi indiciada, em tese, pelos crimes de furto, furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, divulgação de cena de sexo ou nudez sem consentimento, perseguição (stalking), dano e tentativa de estelionato.

O aparelho celular apreendido com a suspeita será submetido à extração e análise pericial dos dados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações e identificar a possível participação de outras pessoas.

O inquérito segue sob a presidência do delegado Henrique Inácio, titular da Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Guamá.

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Segundo informações repassadas à PM, Ronaldo, funcionário da Cerâmica Pinheiro, retornava do trabalho por volta das 19h05 quando avistou o animal caído no meio da pista. Ao perceber que ele ainda respirava, retirou o felino da via e o colocou às margens da estrada para evitar que fosse atropelado novamente.

Em seguida, Ronaldo acionou a Polícia Militar. Os sargentos Freitas e Piedade foram até o local indicado, mas o animal já não estava mais onde havia sido deixado. Posteriormente, os militares estiveram na residência de Ronaldo, que os acompanhou até o ponto exato onde encontrou o felino. Apesar das buscas realizadas na área, o animal não foi localizado.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a espécie do felino nem informações sobre seu estado de saúde. A suspeita é de que ele tenha conseguido retornar para a área de mata antes da chegada da equipe policial.

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De acordo com a polícia, o investigado era apontado como integrante de um grupo criminoso com atuação no município. As investigações indicavam reincidência na prática do tráfico de drogas e dedicação à atividade ilícita.

O nome de Dudu também apareceu nas investigações que resultaram na prisão preventiva de Marcos, investigado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a Polícia Civil, os dois são suspeitos de terem planejado incendiar a Delegacia de Polícia Civil de Irituia.

A investigação que apura a atuação do grupo foi conduzida pela Delegacia de Polícia Civil de Irituia, sob coordenação do delegado Henrique Inácio.

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O Japão começou melhor organizado, incomodou a saída de bola brasileira e conseguiu abrir o placar, deixando a torcida apreensiva. Mas aí entrou em campo o peso da camisa. A Seleção não se desesperou, foi ganhando terreno e transformou a pressão em reação.

Legenda: Em cabeceio no início do 2º tempo, o volante Casemiro deixou tudo igual contra o Japão Foto: Paul Ellis / AFP

Com mais presença no ataque, o Brasil empatou e depois virou o jogo, fazendo a festa da torcida. A vitória veio com cara de Copa: sofrida, emocionante e daquelas que aumentam a confiança para a sequência.

Agora, a Seleção vira a chave e já pensa no próximo desafio. O Brasil enfrentará o vencedor de Costa do Marfim x Noruega nas oitavas de final.

Segue o sonho! A caminhada pelo hexa continua.

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